quinta-feira, 31 de março de 2011

Você pinta a Lady Gaga como eu pinto?

Uma pessoa aleatória veio me divulgar seus vídeos no twitter. Aleatória mesmo. Nem português o indivíduo fala. Mas foda-se. Achei os vídeos divertidos.

Este parece que foi feito em resposta a um troll que ficava comentando que os vídeos do cara só chamavam atenção porque eram bizarros. Aí, como o troll tinha feito uma pintura da Lady Gaga, o "Mona Lisa Naked" resolveu fazer uma melhor usando o próprio pênis!


Infelizmente ele não mostrou o quadro do troll, mas eu gostei do resultado.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Nunca, NUNCA negue sexo a uma mulher no cio!


Quem deu a dica do vídeo foi uma amiga e eu resolvi perguntar se ela já fez algo parecido. Eis o diálogo...

Ela:
Não com essa agressividade toda.
Até pq a pessoa era maior q eu e não estava bêbada.

Eu:
Mas o q vc fez?

Ela:
Dei uma joelhada nas partes do candango e um tapão na cara.
E corri p/ casa.
Nunca mais vi o indivíduo.

Eu:
Então... Minha mãe tá me chamando... Já volto...

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terça-feira, 29 de março de 2011

O Início

Mais um texto escrito pela Ca, autora de "Pelo Que Você Morreria?". Conheçam a vida desta verdadeira bacante e aprendam com seus erros e acertos.



Depois de angustiantes 15 dias de espera, o diagnóstico chegou. Gostaria de dizer que ele veio em um envelope para o qual olhei durante muitos minutos, hesitando antes de abri-lo, saboreando o direito de, afinal, joga-lo na lixeira ainda lacrado e jamais ler diagnóstico algum. Os tempos pós-modernos, porém, tiram todo o charme noir que as revelações de papel davam às nossas vidas: foram-se os envelopes e os bilhetes pregados na geladeira, agora é tudo por e-mail e SMS. Mais eficiente, menos divertido. Enfim: o laboratório mandou um simpatico e-mail agradecendo a preferência. Anexado, o diagnóstico totalmente indiferente a si mesmo, e a palavrinha filha da puta ali em negrito, desavisada dos perigos do mundo: positivo.

Fiquei uns cinco dias paralisada. O Motor Automático da Existência assumiu o comando, comendo, conversando, e até saindo para comprar roupas com a mamãe. Dentro de mim, porém, eu me assemelhava muito a um filme de Faroeste, uma cidade abandonada onde o único vestígio de presença humana é a placa anunciando o Saloon. Mas a minha placa era muito mais soturna, ficava ali estampada como um mantra permanente, dizendo que eu ia morrer. Câncer, ela dizia: mais dia, menos dia, ele vai abrir as portas, atravessar o Saloon empoeirado, tocar uma música no velho piano e me levar embora. Durante esses cinco dias, fiquei esperando que alguma coisa acontecesse: uma cólica, um enjôo, qualquer sinal de que a doença estava ali. Todavia, a única coisa que me envolvia era um extenso e intransigente mutismo.

Lá pelo sexto dia a ficha caiu: por mais que o HPV do tipo 2 esteja relacionado a impressionantes 80% dos casos de câncer de colo de útero, eu não ia ter (não vou ter) câncer assim, de um dia para o outro. Nem vou me curar, de um dia para o outro: não adianta lamentar, parar de beber, virar celibatária nem conversar com Jesus – aquele camarada maneiro que volta e meia transforma galões de água em vinho, gente finíssima – a evolução do vírus não depende de mim em nenhuma instância. Martirizar-me, com direito a chicotadas (hum, delícia!), correr para o abraço da monogamia e do casamento... enfim: fugir da minha vida afetivo-sexual libertária não é a solução. Com isso em mente, coloquei em curso algumas reflexões.

Muito antes de saber ou desconfiar do tal do HPV minha vida de libertinagem já tinha dado todos os frutos que eu gostaria de colher dela. Ela me deixou doente, é verdade, mas em diversos momentos eu experimentei sensações e aventuras (sim!) que povoam a imaginação de muita gente – e serão contadas aqui, ao seu devido tempo – e que um bocado ainda maior de pessoas sequer consegue imaginar. Quando você se propõe a uma vida realmente libertária é como cair pela toca de coelho da Alice e descobrir todo um mundo bem diferente desse que encontramos estampado nos rostos das pessoas entre seis da manhã e dez da noite. Você entra num universo que, como uma esfinge, causa horror, espanto, calafrios, suores, gemidos... E por mais que eu me proponha a contar tudo, tudinho, sempre vai ser algo bem diferente de estar lá para ver. E eu sou o tipo de pessoa que está.

Como já disse, fui entrando no vórtice das minhas fantasias – e das fantasias alheias – vagarosamente... Embora mais tarde eu tenha perdido a bússola, no início eu sabia muito bem o que eu queria com tudo aquilo: eu queria me libertar. Nunca tive a chave do meu quarto até os 21 anos, quando decidi que eu tinha esse direito: fui até a caixa de ferramentas do papai e, sozinha, munida de uma maleta cheia de coisas que eu não sabia usar, instalei na minha porta novas maçaneta e fechadura. O que para mim fora uma operação bastante simples, até um pouco singela, gerou aqui em casa o maior pandemônio que a família já tinha vivido. Num raio de cinco gerações, todos ouviram falar daquele absurdo, que deixou algo bem claro: a ausência de chaves no meu quarto não era casual.

Pra piorar as coisas, minha melhor amiga se enveredou pelos caminhos acadêmicos do feminismo e da teoria queer, e passava suas descobertas teóricas para mim em primeira mão. A teoria se casava com a prática da minha vida: ali estava eu, mulher (segundo a nossa cultura...), violentada simbolicamente e privada de meu próprio corpo. Comecei a pensar no quão ilusória e precária é a nossa liberdade: tudo nos é permitido às escuras, entre quatro paredes. O sexo é varrido para baixo dos castos tapetes da moral e das aparências, enquanto cada um de nós, em seus computadores e quartos de motel, CADA UM DE NÓS venera sua própria perversão. Todas as formas de prazer que nos são permitidas, mesmo essas aprovadas pelo conselho sócio-cultural “daquilo que é certo”, são inspecionadas, medidas e reguladas, para que nunca nos divirtamos de menos ou nunca nos divertamos demais. Os limites do aceitável, dentro dos quais somos obrigados a passear, são claros quando nos dispomos a lhes dar atenção. E eu decidi que ia pegar o que era meu: ia pegar meu corpo e minha vida, mandar o limite para o caralho (e quantos caralhos!), como essas crianças que colocam fogo em um monte de jornal “só para ver o que acontece”, ou como Johny Cash naquela música, que atira num homem “just to watch him die”.

(continua em “minha primeira suruba”)

Modelo do Japão

Dilma está interessada em aprender com o Japão para aplicar seu modelo de eficiência aqui no Brasil. Será que dá?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Da Vinci que me perdoe, mas...

ISSO é o que eu chamo de arte!

domingo, 27 de março de 2011

Bachus Et Ariane

Performance de Luana Aguiar & Pedro Moreira Lima. Em referência à mitologia grega, os artistas bebem e se banham com vinho, oferecendo-o ao público. Tal sensorialidade causará uma presumida embriaguez e um sentido de organicidade na edificação do MAM.


Eu participei! E posso dizer, com o devido uso do trocadilho, que foi divino! Brindo aos artistas e a todos que se banharam e brincaram na piscina. Brindo também ao meu amigo Cedric, que filmou enquanto eu participava.

Evoé!

Lâmpadas Milagrosas

100% movidas a fé!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Post Messias #63

Obama veio aqui ao Rio no último fim de semana e deu o que falar. O que você achou dos fatos polêmicos durante a vinda dele?

[ÁLCOOL]
Vídeo: Bêbado Vs Ladrão
Imagem: Livros
Vídeo: Sensualidade #FAIL
Texto: Beba vinho, mas beba água
Artigo: Homenagem às mulheres
Texto: Confissões de um alcoólatra
Imagem: Banho de Cerveja
Vídeo: Bêbado é foda!
Citação: Henry Lawson

[ARTE]
Vídeo: Baterista de rua
Artigo: Jesus Christ Superstar
Artigo: Cadeira polvo
Notícia: CineclubeLGBT - Mostra do Filme Livre (MFL)
Imagens: Concurso Inception
Vídeo: 40 anos de História da Música em 2min
Vídeo: Balé
Artigo: Da metafísica ao surrealismo
Notícia: O sutiã virou obra de arte!

[SEXO]
Imagem: Novas mesas do ikea
Vídeo: Duke Nukem Forever
Texto: Tapa na cara!
Manual: Como conseguir uma transa garantida
Trailer: Amigos com benefícios
Videoclipe: Todo mundo pelado
Notícia: Fernanda Souza prostituta francesa
Vídeo: Andando de skate
Artigo: Cães de Aluguel XXX
Imagens: As faces do prazer
Imagem: Barbie malandra
Vídeo: Smutley
Imagem: Papai Smurf malandrinho...
Notícia: Contra a depressão, SEXO!
Notícia: Atividade sexual ocasional eleva risco de ataques cardíacos, diz pesquisa
Artigo: Cenas mais pausadas da história
Infográfico: 15 coisas que você deveria saber sobre seios
Texto: Sexo casual ou sexo com intimidade ?
Texto: Qual é o seu fetiche?
Imagem: Mapa da média peniana
Imagens: Mulheres que adoram uma Banana
Notícia: Punhetômetro para Android
Artigo: Sexo pode desencadear infarto em sedentários

[OUTROS]
Texto: Hora Acme
Charge: Novo salário
Charge: Propriedade Intelectual
Charge: Defensores da Vida
Charge: Como os políticos lidam com certas coisas
Charge: Obamania
Imagem: Respostas
Texto: O poder das palavras
Texto: Macedo, o Mansinho
Reflexão: Boa tarde e obrigado
Artigo: Quantas pessoas podem viver no planeta Terra?
Quadrinho: O que há de errado com algumas pessoas?
Texto: Feminismo oportunista
Vídeo: Tocada pelo Senhor

quarta-feira, 23 de março de 2011

A nona parte de um ovo ou beba água com açúcar e vá dormir

Continuando a mostrar um pouco do Festival Performance Arte Brasil, que está acontecendo no MAM do Rio, apresento-lhes uma das performances de hoje que mais me agradaram. Por coincidência, o cara trabalha lá na minha faculdade, mas nem é por isso que eu tô aqui divulgando. Vejam a descrição e entendam.

"Áurea tinha nove filhos. Certas noites, sem ter o que lhes dar de comer, dizia com a voz embargada: "Beba água com açúcar e vá dormir meu filho." Outras noites, em silêncio, repartia um ovo em nove partes, uma para cada rebento.

Nas próximas 24 horas só poderás consumir um copo de água com açúcar e a nona parte de um ovo, para que não esqueças que 925 milhões de pessoas ainda passam fome no mundo."

Áurea é a avó do Davi. Ele vai ficar lá no MAM das 19h de hoje (23/03) até às 19h de amanhã. A performance está sendo transmitida ao vivo pelo blog dele: Desejo um mundo melhor.

Nós também desejamos, Davi!




Symbebeko

Esta foi a última apresentação de ontem do evento que está rolando no MAM.


"A artista atravessa descalça um caminho de cacos de vidro. A intenção não é se mutilar ou sacrificar seu sangue em nome da arte, mas livrar-se pacientemente do perigo, afastando cuidadosamente a ameaça da dor."

Confesso que vi a apresentação com certo incômodo, já pensando em uma espécie de resposta pra ela. O motivo? "livrar-se pacientemente do perigo, afastando cuidadosamente a ameaça da dor" me parece uma filosofia de vida muito careta, muito apolínea. Cadê a emoção do perigo? Cadê a espontaneidade? Cadê a paixão?!

Só no finalzinho é que eu tive um estalo e passei a ver a performance, não como uma afirmação, mas como uma provocação. Será que é realmente possível livrar-se de todo o perigo? Será que dá pra afastar toda e qualquer ameaça de dor?



terça-feira, 22 de março de 2011

Pacto com Baco

Incrível como os deuses têm uma forma estranha de fazer as coisas, ne? Eu estava entediado dia desses depois de desistir de ver um filme podre baseado em Frankstein quando comecei a olhar a programação da net. Não tinha absolutamente nada que prestasse e minha melhor opção foi assistir a "Sexo, Amor & Traição", que começava naquele instante. Eu achava que já tinha visto e só resolvi ver de novo porque tinha "sexo" no título (sim, isso é critério pra mim). Sabia que seria muito ruim (e de fato foi), mas se era pra perder um tempo da minha vida fazendo algo não-produtivo, que tivesse a ver com sexo. Talvez justamente pelo pouco que o filme fez meus olhos brilharem, eu, que estou acostumado a valorizar mais (às vezes a SÓ valorizar) o enredo do filme, acabei prestando atenção em uma das músicas da trilha sonora, cantada por Paula Lima. Depois do filme, vim catar no google e tive uma feliz surpresa.


Pacto com Baco

Eu fiz um pacto com Baco
Deus do balacobaco
Cada sorriso que eu engato
Eu saio do buraco
Eu fiz um pacto com Baco
Deus do balacobaco
Cada sorriso que eu engato
Eu saio do buraco
Tem que ter felicidade
Deve ser da idade
Só faça o que te der vontade
Chega bem no pé da orelha
E sempre me aconselha
Só faça o que te der na telha
Tem que acreditar no taco
Pra virar o barco
E Dionísio sobe o caminho
Fiz um contrato
E se eu cumprir eu não empaco
Pra ter coragem de largar o que me enche o saco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco

Eu fiz um pacto com Baco
Deus do balacobaco
Cada sorriso que eu engato
Eu saio do buraco
Eu fiz um pacto com Baco
Deus do balacobaco (deus do balacobaco, deus do balacobaco)
Cada sorriso que eu engato
Eu saio do buraco
Tem que ter felicidade
Deve ser da idade
Só faça o que te der vontade
Chega bem no pé da orelha
E sempre me aconselha
Só faça o que te der na telha
Tem que acreditar no taco
Pra virar o barco
E Dionísio sobe o caminho
Fiz um contrato
E se eu cumprir eu não empaco
Pra ter coragem de largar o que me enche o saco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco

Tem que ter felicidade
Deve ser da idade
Só faça o que te der vontade
Chega bem no pé da orelha
E sempre me aconselha
Só faça o que te der na telha
Tem que acreditar no taco
Pra virar o barco
E Dionísio sobe o caminho
Fiz um contrato
E se eu cumprir eu não empaco
Pra ter coragem de largar o que me enche o saco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco
Eu fiz um pacto com Baco, eu fiz um pacto com Baco

Eu fiz um pacto com Baco, pacto com Baco
Eu fiz um pacto com Baco ...
Eu fiz um pacto com Baco, pacto com Baco
Deus do balacobaco...

Post publicado originalmente em 31/01/10.  Hoje me toquei o quanto essa música tem a ver com meu momento atual.

Festival Performance Arte Brasil no MAM do Rio

Encontro nacional de artistas, curadores e pesquisadores da arte da performance e seus desdobramentos estéticos no campo das artes visuais no país. Ações ao vivo, palestras, vídeos, filmes de artistas e videoinstalações, reunindo cerca de 50 artistas que lidam com a prática performática. 22 - 27 março 2011, 12h às 20h. ENTRADA FRANCA!!! \o/


A idéia é proporcionar ao expectador-participante experiências calcadas no imediato e na ação real, alinhadas com o risco do acaso. Assim, todo o festival se dedica à fruição e à reflexão da performance arte, prática interdisciplinar que adiciona poesia a atos extraídos do cotidiano.

As atrações se dividem em dois núcleos: o Contemporâneo, que localiza artistas e pesquisadores com carreiras iniciadas há menos de quinze anos; e o Histórico, que discute artistas, obras e acontecimentos de referência cuja revisão crítica integra o projeto de construção de uma historiografia da performance arte nacional, ainda em formação.

Em um momento em que a performance arte se reposiciona com força no cenário artístico contemporâneo, eventos de caráter nacional como este são importantes para afirmar a qualidade deste tipo de produção e refletir sobre a sua potência estética, no Brasil e no mundo.

[TRADUZIDO da página do MAM]

PROGRAMAÇÃO

Ter 22
18h Ana Montenegro (SP)
“Reprodução Proibida”
A artista posiciona-se de costas para o público e em seguida uma voz, em off, inicia uma narrativa da possível imagem frontal desse corpo. A obra deriva de um cruzamento entre performance e o protocolo da imagem nos meios digitais.

18h30 G. Orthof e Cecília Aprigliano (DF)
“Abibliotecadostripper: olivrodefundo”
Em um jogo labiríntico, a performance atualiza, por meio de pequenas ações poéticas, o singular encontro transtemporal de duas austríacas de mesmo nome – Gertrud Alice Goldberg – nascidas com mais de um século de diferença. Tudo ao som de uma passacaglia executada ao vivo em viola da gamba e de um vídeo desse enigmático encontro.

19h30 Juliana Notari (PE)
“Symbebeko”
A artista atravessa descalça um caminho de cacos de vidro. A intenção não é se mutilar ou sacrificar seu sangue em nome da arte, mas livrar-se pacientemente do perigo, afastando cuidadosamente a ameaça da dor.

Qua 23
12h Daniel Toledo (RJ)
“Veste nu”
Vestindo duas roupas estampadas com um nu masculino e outro feminino, o artista caminha ao redor do espaço e do público. O trabalho conta com a participação de Ana Hupe.

13h Lourival Neto (PE)
“Parangolé”
Uma instalação/performance é o produto de uma ação-roubo ocorrida no MAM do Rio de Janeiro.

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – A imagem como performance: alguns casos na Amazônia
Curadoria Orlando Maneschy

14h30 Victor de La Rocque (PA)
“Gallus Sapiens”
O artista caminha pela cidade com galinhas sobre o corpo e o rosto. A presença incômoda de um homem que busca a existência galinácea, e se comporta passivo a tudo, sem fazer nenhum ato de troca com o espectador.

15h Margit Leisner (PR)
“Sem título, ensaio sobre um certo tema II”
A proposta pressupõe que a realização de performances nas dependências internas de museus é algo incomum. Este trabalho portanto toca em questões que podem se evidenciar a partir do deslocamento da sua realização - inicialmente concebida para as dependências da Cinemateca - para os Pilotis do MAM.

16h – Cinemateca do MAM
Encontro com os curadores
Curadoria e realização de performance arte no Brasil (parte I)
Orlando Maneschy (PA), Bia Medeiros (DF) e Beth da Matta (PE)

18h Nadam Guerra (RJ)
“Cinema de si”
O artista – dentro de um saco preto com dois buracos – por meio de uma câmera de segurança e um monitor de vídeo produz e transmite imagens do corpo de dentro desse saco.

18h30 Yftah Peled (SC)
“Alta Tensão”
Performance desenvolvida ao som da marcha nupcial Mendelson mixada, em que três performers com um figurino específico abordam e interagem com o público, que se alterna na condição de visitante-performer e observador.

19h Shima (SP)
“Trauma”
Caderno e fita de cetim, dimensões e tempo variáveis, 2010-2011

19h30 Davi Ribeiro (RJ)
“A nona parte de um ovo ou beba água com açúcar e vá dormir”
Nas próximas 24 horas, só poderás consumir um copo de água com açúcar e a nona parte de um ovo, para que não esqueças que 925 milhões de pessoas ainda passam fome no mundo. O artista ficará no espaço restrito de uma esteira durante 24 horas. A ação será filmada e transmitida ao vivo via blog.

Qui 24
10h Aslan Cabral (PE)
“O barão nas árvores”
Com título inspirado em livro de mesmo nome, a performance conta a história de um personagem que, cansado das regras e jogos sociais de seu círculo familiar aristocrático, decide subir em uma árvore, de onde nunca desce. Em referência ao personagem, o artista subirá em uma árvore e permanecerá nela ao longo do dia, por dez horas.

12h Mauricio Ianês (SP)
“Glossa”
Esta obra sonora, inédita, leva a refletir sobre a noção de performatividade quando não há presença do artista.

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – “O Corpo na Cidade – seleção de ações performáticas para vídeo em Curitiba”
Curadoria: Paulo Reis

15h Marcus Vinícius (ES)
“Ninguém”
A performance propõe a composição de um rosto multifacetado sobre o rosto do performer a partir de fragmentos de outros rostos, de outros homens, outras mulheres, outras identidades.

16h às 16h – Cinemateca do MAM
Encontro com os curadores
Curadoria e realização de performance arte no Brasil (parte II)
Paulo Reis (PR), Regina Melim (SC) e Daniela Mattos (RJ)

18h Luana Aguiar (RJ)
“Bachus Et Ariane”
Performance que conta com o artista Pedro Moreira Lima. Em referência à mitologia grega, os artistas bebem e se banham com vinho, oferecendo-o ao público. Tal sensorialidade causará uma presumida embriaguez e um sentido de organicidade na edificação do MAM.

18h30 Claudia Paim (RS)
“Possibilidades”
Performance que aborda a questão da liberdade da mulher sobre seu próprio corpo. Em uma ação repetida, a artista lê nomes escritos em 420 ovos, que simbolizam os 420 óvulos femininos, quebrando-os após a leitura, um a um.

19h30 Franklin Cassaro (RJ)
“Teaser Drum uma batucada portátil no abrigo bioconcreto”

Sex 25
12h Zmário (BA)
“A sombra dos pilotis”
Deslocamento de um conjunto de ações realizadas diariamente pelo artista. Na área externa do MAM, arte e vida, ordinário e extraordinário vão se (con)fundindo à medida que o tempo passa e as sombras dos pilotis mudam de lugar.

12h João Rosa (SC)
“CAEP”
O CAEP, Cinema Alternativo Experimental Performático, investiga maneiras de restaurar a percepção plástica nas coisas banais do tempo contemporâneo, utilizando técnicas cinematográficas, fotográficas, plásticas e performáticas. Obra de intervenção urbana instalada nas imediações do MAM

13h Opavivará (RJ)
“Namoita”
O trabalho é a construção de uma moita circular com vasos de plantas ornamentais, de diferentes espécies, formando um espaço interativo entre as pessoas e a moita, de forma que cada um se sinta à vontade para contribuir como quiser.

13h30 Edson Barrus (PE/RJ)
“Rés do Chão on-live”
O artista propõe ficar um dia do evento em uma área preparada para receber colaboradores e outros artistas. Um monitor exibirá vídeos e, em uma bancada, serão expostos os impressos do Nós Contemporâneos.

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos 34’37”
Curadoria Regina Melim

14h30 Fernanda Magalhães (PR)
“Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance”
Projeto de criação que se constrói a partir de ações performáticas realizadas com grupos convidados. O grupo de performers cria corpos diversos e coletivos, construídos com diferentes mídias, em rede e maleáveis, que se estendem, podem se tocar e se multiplicar.

15h30 Armando Queiroz (PA)
“Cão”
Ao ar livre, deparamo-nos com alguém que lança indefinidamente, horas a fio, um bastão que ele próprio irá buscar. Esta performance busca problematizar não somente nossos movimentos repetitivos e impensados, mas, sobretudo, nossas atitudes despidas de reflexão e temor ao que se mostra desconhecido, imprevisível.

16h – Pilotis do MAM
Debate aberto
Festivais interdisciplinares e Performance
Marcos Gallon (SP), Nayse Lopez (RJ) e Fábio Ferreira (RJ)

18h Flávia Vivacqua (SP)
“Jardim de Pedras e Encantamento de Pássaros”
O trabalho é uma Ode aoTempo. A performance acontecerá no pôr do sol, ao som do encontro entre diferentes músicos de rua atuantes na região central da cidade, no Jardim das Pedras, desenhado por Burle Marx para o MAM.

19h Grupo Empreza (GO)
“Serão Performático”, 3 ações
O grupo apresenta três ações: Um Corpo Marcado: Mar & Eros, Um Corpo Cabeça-Parafina e Um Corpo-Gago



Sáb 26
12h Zmário (BA)
“A sombra dos pilotis”
Deslocamento de um conjunto de ações realizadas diariamente pelo artista. Na área externa do MAM, arte e vida, ordinário e extraordinário vão se (con)fundindo à medida que o tempo passa e as sombras dos pilotis mudam de lugar.

12h Grupo SYA (CE)
“Desredito”
Os artistas Yuri Firmeza e Solon Ribeiro operam de forma sutil e diminuta, ao longo do evento, sussurrando enunciados performativos em contato direto e íntimo com o público. Como em outros de seus trabalhos, em escala de um para um, conferem potência às pequenas sutilezas aparentemente imperceptíveis, como um sopro, uma respiração, um ranger de dentes.

13h Jéssica Becker (PR)
“Sopro de Esperança - A Troca”
Troca dos “saquinhos” com Sopros de Esperança. Inflados pela artista e pelo visitante/partícipe, os sopros recolhidos são identificados com nome, data e horário, e logo expostos, suspensos em uma linha.

13h30 Alexandre Sá (RJ)
“A performance dos sem nome; ou a revolta do invólucro (a não-obra)”
Um homem. Um homem de nenhum lugar. Alguns rolos de plástico bolha. Alguns metros. Algum tempo. Um espaço. Procura alguma ajuda. E então acontece algum acontecimento. (...) Aos poucos, as pessoas tentam. O material, o público, a ação, o espaço e alguma solução ao acaso.

14h Maicyra Leão (DF)
“Guarda-corpo”
A performance nos convida ao mal-estar do enjoo, da vertigem e do desequilíbrio, por meio do deslocamento espiralado da artista pelas ruas do centro da cidade, usando uma roupa específica da qual balões cheios de líquido preto são atirados no ar.

14h30 Michel Groisman (RJ)
“Máquina de Desenhar”
Como seria transformar o traçar de uma linha em um processo coletivo? A máquina de desenhar surge a partir desta ideia: proporcionar a experiência de um desenhar grupal, um desenho que escapa ao controle de cada um.

15h Corpos Informáticos (DF)
“Encerando a Chuva”
Interação com o público por meio de eletrodomésticos obsoletos.

15h30 GIM (RJ)
“SMS”
Um casal que se conheceu na internet se prepara para se encontrar pessoalmente pela primeira vez, mas é o público quem decidirá o final da história enviando um SMS para os artistas.

16h às 18h – Pilotis do MAM
Encontro com artistas
Criadores e criaturas: vídeo, performance e Subterrâneos dos anos 1980 até hoje
Lucio Agra (SP) e Otávio Donasci (SP)

18h Marco Paulo Rolla (MG)
“Uma canção na vitrola”
A performance faz parte da série Homens de Preto. Uma canção na vitrola, distorcida com a ação praticada por um homem, vai trabalhar a sonoridade e a presença nostálgica deste objeto como sensibilidades que ativam o corpo dos presentes emocionalmente.

18h30 Pontogor (RJ)
“4”
Utilizando projeções simultâneas, Pontogor explora seu corpo em movimentos que se complementam, criando uma precária situação de fluidez.

19h Micheline Torres (RJ)
“Carne”
É um trabalho que trata da carne e sua manipulação, da sexualidade e sua manipulação e dos significados e funções originados nesta fricção. Carne é um trabalho com o apoio do Centre National de la Danse (Paris) e de Micadanses Studios (Paris). Distribuição de senha 30 minutos antes.

Dom 27
12h Orlando Maneschy (SP)
“Karaokê D’Or”
O artista subverte o sentido do que seria uma obra de arte, criando um ambiente musical do qual convida o público a participar. Assim, dessacraliza o lugar distante da arte e proporciona um espaço de intimidade para o participante.

13h Jéssica Becker (PR)
“Sopro de Esperança - A Troca”
Troca dos “saquinhos” com Sopros de Esperança. Inflados pela artista e pelo visitante/partícipe, os sopros recolhidos são identificados com nome, data e horário, e logo expostos, suspensos em uma linha.

13h30 Coletivo Filé de Peixe (RJ)
“Piratão #14” e “Sessão Pirata #26: Performance BR”
O projeto Piratão, ao modo e preços praticados pelos camelôs piratas dos grandes centros urbanos, comercializa vídeos de autores clássicos e recentes, da produção videoartística nacional e internacional.

14h Shima (SP)
“Redenção”
Papel, bacia, água, tinta, cadeira e capuz, dimensões e tempo variáveis, 2010-2011

14h30 Maíra Vaz Valente (SP)
“2:8:1 versão Rosa”
Uma situação performática que gera um encontro, por meio de uma espécie de veste que já estará instalada no MAM (o Conector Rosa), estabelecendo distanciamentos e proximidades entre aqueles que participam.

15h Fernanda Bec (PR)
“Autoimagem”
Em um ato de cuspir e raspar a tinta de seu autorretrato, a artista apaga sua imagem e cobre o rosto com seus “resíduos”, deixando no local da ação a moldura com essa “nova” imagem.

15h30 Alex Hamburguer (RJ)
“Nouvelle Vague?”
A ação procurará discutir de uma forma contundente a real pertinência e contradições da linguagem perform/ativa no circuito local das artes.

16h – Pilotis do MAM
Encontro com artistas
A cena de Performance no Nordeste: conversa entre gerações
Paulo Bruscky (PE), Solon Ribeiro (CE) e Yuri Firmeza (CE)

18h Marcela Levi (RJ)
“Em redor do buraco tudo é beira”
Marcela Levi e seu parceiro de palco Frederico Paredes usam seus corpos, músicas, pedaços de papel e duzentas cenouras para contar histórias sobre violência, guerra e morte. Um trabalho poderoso, poético, mas não sem humor.

18h30 Otávio Donasci (SP)
Videotango
Pioneiro da performance tecnológica, Donasci apresenta uma videoperformance com uma Plasmacriatura de 42 polegadas. O Personagem imerso em um mar cotidiano parece estar sendo “afogado” ou rejeitado por todos, inclusive pelos que aparentemente o amam. A Plasmacriatura dança ao vivo com as pessoas presentes.

19h Ronald Duarte (RJ)
“Performance de encerramento”
Encerrando a jornada de cinco dias de intensas atividades performáticas, o artista prepara uma ação coletiva pelos pilotis do MAM, realizando um espetáculo sensorial de luz e som.

PALESTRANTES

Fernando Cocchiarale (RJ)
Crítico de arte, professor de estética do Departamento de Filosofia e do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura do Brasil, na PUC-Rio, e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Luiz Camillo Osorio (RJ)
Doutor em Filosofia pela PUC-Rio, atualmente é professor do Departamento de Filosofia da mesma universidade e está licenciado da UNIRIO. Atua na área de Estética, Teoria e História da Arte. Desde setembro de 2009, é curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Nayse Lopez (RJ)
É jornalista, crítica de dança, editora do www.idanca.net e curadora do Panorama Festival no Rio.

Fábio Ferreira (RJ)
Pós-graduado em História Social da Cultura pela PUC-Rio e doutorando em Teoria Literária pela USP. É diretor de teatro, pesquisador, professor universitário e produtor
cultural. Foi criador e diretor-geral do Rio Cena Contemporânea (1996-2008).

Marcos Gallon (SP)
Cursou Filosofia na PUC/SP. Bailarino e coreógrafo, trabalhou em várias cias. de dança e de 1997 a 2001 desenvolveu projetos de dança contemporânea junto a grupos de dança e performance, em Berlin. Em 2003 e 2004 desenvolveu o projeto Corpo de Baile. Em 2005, participou da criação do projeto Verbo, na Galeria Vermelho, SP, evento que produz até hoje.

Otávio Donasci (SP)
Mestre em Artes pela USP. Atualmente é professor de Artes do Corpo da PUC-SP.
Atua principalmente nos seguintes temas: videoperformance, educação superior, teatro contemporâneo, instalação multimídia e videocriaturas.

Lucio Agra (SP)
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, atualmente é professor adjunto em Comunicação e Artes do Corpo (habilitação em performance) na mesma instituição. Tem experiência em temas como poesia e poética, novas tecnologias, performance e artes do corpo e vanguardas.

Paulo Bruscky (PE)
Artista, ativista e renomado arquivista, trabalha com diversas mídias, que incluem desenhos, performances, happenings, copy art, fax-art, arte postal, intervenções urbanas, fotografia, filmes, poesia visual, experimentações sonoras e intervenções em jornais, entre outras experiências.

Yuri Firmeza (CE)
Graduado em Artes Visuais pela FGF, é artista visual, tendo realizado exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior. Ganhou, em 2009, o Prêmio Marcantonio Vilaça. Foi integrante do programa Bolsa Pampulha em 2008 e participou do Rumos Itaú Cultural em 2006.

Solon Ribeiro (CE)
Artista visual, professor e curador, formado em Comunicação e Arte pela L’École Superieure des Artes Décoratifs, em Paris. Em suas atividades, busca mostrar a relação entre a fotografia, a cenografia, a instalação e a performance. É autor do livro Lambe-Lambe, Pequena História da Fotografia Popular.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cerveja Verde pode deixar os dentes coloridos

Se você acordou sexta de manhã com um sorriso esverdeado, não se desespere. Dentistas informam que a tradicional bebida do dia de São Patrick (que foi quinta, dia 17/03) pode manchar a placa bacteriana. Dizem as lendas que tomar a cerveja de canudo pode minimizar os efeitos.


"A cerveja verde pode agir como aqueles marcadores coloridos que indicam presença de placa no dente, para ensinar a escovação para crianças. Em todas as partes que houver problemas, seus dentes ficarão extremamente verdes", disse o dentista Joseph Roberts da Filadélfia. "O corante verde que é adicionado à cerveja mancha as paredes das células bacterianas da placa."

Se no dia seguinte, além da ressaca, você acordar com um sorriso verde, uma solução é escovar os dentes e usar fitas branqueadoras, aconselha Roberts. Mas o problema real é que o sorriso colorido é sinal que sua higiene bucal precisa de mais cuidados e que já está na hora de marcar um horário com seu dentista.

[Oráculo: Hype Science]

domingo, 20 de março de 2011

Aprenda a exorcizar ao estilo dionisíaco!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Post Messias #62

Este Post Messias foi feito a tempo, mas ficou faltando um tema, por isso ele não foi ao ar ontem. Eu tava atrasadão e não tive como procurar. Hoje ele vai ao ar ainda sem tema porque, pra variar, tô atrasado de novo.

Aproveito a oportunidade pra dizer que amo meus calouros (principalmente as calouras) e que a Miss Sexy foi do balacobaco!

[ÁLCOOL]
Imagem: Alegria e tristeza
Imagem: Jóia?
Artigo: Mesa Adega
Imagens: Aparato
Imagens: Caminhões de cerveja pelo mundo
Vídeo: Degustação às cegas
Texto: Confissões de um alcoólatra
Imagens: Mulher e vinho
Vídeio: Feliz dia de São Patrício

[ARTE]
Artigo: Engenheiro de flores
Aerigo: Wonderland
Artigo: Muralha de Vaginas
Imagens: Objetos famosos de filmes
Imagens: Orgasmo e arte
Imagens: Macrofotografias
Artigo: Fantasmas de arame
Artigo: World Press Photo
Imagens: As esculturas de Alzamora Emil

[SEXO]
Texto: Morrer de prazer
Imagem: As fases na vida das mulheres
Notícia: Veneno de aranha causa ereção que dura 4 horas
Texto: Sexo como moeda de troca
Fotonovela: Moralizando a pornografia
Artigo: Suíte Batcaverna
Tirinha: Sua personalidade baseada em como você come milho
Notícia: Penthouse lança canal de vídeos pornôs em 3-D
Tirinha: Atividade Paranormal 3
Vídeo: Wii lança jogo safadinho
Informativo: Médias interessantes
Notícia: Culpa do sexo oral
Imagem: Pornô 3D

[OUTROS]
Texto: Filosofia da Casa Torta
Tirinha: Deus odeia bichas
Imagem: Quem deus ama?
Imagem: Moderados vs Extremistas
Citação: Motivo para amar Futurama
Tirinha: Moderna, mas...
Texto: Pandora, Eva e as outras mulheres

quinta-feira, 17 de março de 2011

Desejo & Depravação

Uma exposição na Suécia vai abordar 500 anos da relação entre arte e sexualidade. A mostra, chamada Desejo & Depravação, acontece no Museu Nacional de Estocolmo a partir do dia 24 deste mês e apresenta mais de duzentas obras que ilustram as mudanças na percepção de sexualidade e moralidade através dos séculos.

A exposição vai reunir trabalhos que vão desde o século 16 até a atualidade, explorando os contrastes na forma como a virtude e o pecado têm sido representados na arte em diferentes épocas. A idéia é que os visitantes tenham suas próprias interpretações sobre o que é desejo e o que é depravação, segundo a gerente de divulgação do Museu, Anna Jansson.

Uma das montagens da exposição mostra como as meninas eram educadas para viver uma vida virtuosa, a fim de arranjarem um bom marido. Entre os itens em exibição estará um cinto de castidade cedido pelo Nordiska Museet de Estocolmo.

Pinturas de bundas femininas vão decorar a primeira sala da mostra, em uma referência considerada pecaminosa em outros tempos. Os organizadores da exibição observam que, no passado, os valores vigentes rezavam que o sexo, além de restrito ao casamento, exigia contato visual frontal entre o casal a fim de ser moralmente aceitável.

Obras do século 16 estarão representando a rígida moral religiosa do período. Nessa época, muitos artistas pintavam detalhes eróticos em cenas míticas ou bíblicas, em geral carregadas de insinuações moralistas sobre as consequências de um estilo de vida pecaminoso.

No século 18, pinturas de tom erótico eram em grande parte restritas aos aposentos privados dos homens. Até a metade do século 19, os museus ainda enfrentavam dilemas para exibir obras com nuances eróticas. Como observa Anna Jansson, alguns museus chegavam a encomendar folhas de figueira para encobrir as partes íntimas representadas em esculturas antigas.

Havia, no entanto, uma enorme diferença entre o comportamento que a Igreja pregava para as massas e as liberdades que as elites se davam. A mostra examina a visão das classes altas no século 18, para as quais o casamento era essencialmente uma instituicão social – paixões ardentes eram buscadas com frequência longe da bênção dos padres.

A partir do século 19, com a expansão da urbanização e o crescimento das cidades, os encontros sexuais anônimos e a prostituição trouxeram novas interpretações de sexualidade e moralidade.

A visão contemporânea de virtude e pecado estará representada na mostra por obras de artistas suecos e dinamarqueses como Kristina Jansson, Gisela Schink e Lars Nilsson. "A arte erótica sempre foi produzida por homens e para homens. Quisemos mudar essa perspectiva, e por isso incluímos várias artistas mulheres na parte contemporânea da mostra", afirma Anna Jansson.

”Desejo & Depravacão” estará aberta ao público até 14 de agosto.

[Oráculo: BBC Brasil]

Fazer sexo é a PIOR coisa do mundo !

Segundo Kauany ...
http://2.bp.blogspot.com/-AI36d3WyRoQ/TYGM7xFf1nI/AAAAAAAAGSs/lxieeyR5CIs/s1600/sex.JPG
Veja In Loco

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dia de St. Patrick

Amanhã é dia de São Patrício (ou St. Patrick's Day). Os símbolos desta data são o verde, o trevo e a cerveja. Vamos todos bebemorar! \o/

St. Patrick é o santo padroeiro da Irlanda. Ele foi um missionário que viveu entre 386 e 493, falecendo no dia 17 de março. Quando tinha dezesseis anos foi capturado e vendido como escravo para a Irlanda, de onde escapou e retornou à casa de sua família seis anos mais tarde. Iniciou então sua vida religiosa e retornou para a ilha de onde tinha fugido para pregar o Evangelho. Converteu centenas de pessoas, muitas delas se tornaram monges.

Foi incentivador do sacramento da confissão particular, tal como conhecemos hoje, visto que antes o mesmo era realizado de forma comunitária. Um século mais tarde essa prática se propagou para o restante da Europa.

Seu feriado é muito comemorado nos Estados Unidos (além da Irlanda, óbvio), devido à grade quantidade de imigrantes irlandeses. No dia 17 de março há diversas comemorações na Irlanda e nos Estados Unidos, conhecidas como paradas de São Patrício, onde ocorrem festejos e desfiles em memória do santo, sendo essa a principal forma de afirmação do orgulho dos imigrantes e descendentes de irlandeses na América.

Como não podia deixar de ser, acabamos importando esta tradição norte-americana. Por aqui, a comemoração se dá em pubs irlandeses espalhados pelas grandes cidades. É algo bem objetivo: usar verde e encher a cara de cerveja. Por este motivo, apesar de ser um santo católico, a SD faz questão de incentivar a bebemoração de seu dia!

Evoé, St. Patrick!
O verdadeiro St Patrick

CURIOSIDADES
Por que o verde?
É a cor tradicional da Irlanda (e dos duendes).

Por que o trevo?
St. Patrick usava o trevo como forma de fazer o povo "entender como um só deus ao mesmo tempo é três" nas palavras de Renato Russo.

Por que a cerveja?
Porque irlandeses gostam muito de beber cerveja.

Se quiser sugestões de cervejas irlandesas, clique aqui.

terça-feira, 15 de março de 2011

Eu Acesso: Zum Zacaralho

Pra alegria das nossas leitoras, nosso primeiro Eu Acesso masculino! Ele não quis deixar nenhum recadinho e resolveu só mandar as fotos. Espero que gostem.

Se também quiser mandar suas fotos (que não precisam ser safadinhas, só precisam ter alguma referência ao blog), escreva para sociedadedionisiaca@gmail.com.






segunda-feira, 14 de março de 2011

Miss Sexy 18/03!

Mais uma edição da MISS SEXY, edição 2011, no dia 18 de março, sexta-feira, a partir das 23h!

O local é o mais do que já tradicional CLUBMIX, a morada oficial da MISS SEXY, que fica no centro do RJ, na rua do Mercado, 25 (em frente a bolsa de valores), Pça. XV. Para quem ainda não conhece, a casa tem 5 andares, com 2 pistas de dança, 3 bares, váriasssss dependências temáticas, lounge, terraço, pole dance, dark room, ar condicionado central, propiciando todo o conforto que você merece para curtir e muito o evento.

Teremos uma homenagem ao erotismo no cinema com uma seleção das melhores cenas já realizadas. Várias performances especiais, além de uma exposição fotográfica de arte erótica. E mais um ensaio fotográfico ao vivo!

E ainda não acabou: de 01:30 às 02:00, o sempre MUITO pedido TERRAÇO SÓ PARA AS MULHERES! Acesso SÓ PARA ELAS (HOMEM NÃO ENTRA) e com vários mimos: drinque "SEX GIRL" liberado, sorteios, apresentações diversas, podolatria e submissão, joguinhos e brincadeiras...

Na pista 1 (INFIERNO), DJ's FROGG PUSSY e FINNO, tocarão 80, POP, MAXIMAL, SINTHPOP, ELETRO, e TRIBAL HOUSE!

A pista 2 (ROCKER), terá CLASSIC, HARD, GOTHIC, INDUSTRIAL, METAL, INDIE, enfim… ROCK’N’ROLL!!! Tudo devidamente detonado pelos DJ's ELIZE GAUTIER, BIA K e VINNY!

E no TERRAÇO LOUNGE, TRIP-HOP a noite inteira!!!

PREÇOS:
(Até uma da manhã)
Com nome na lista amiga ou flyer: R$18,00
Sem nome na lista ou flyer: R$20,00

(Após uma da manhã)
R$25,00 pra todo mundo!

Na lista da Sociedade Dionisíaca, 18 reais a noite toda!

E como faz pra estar na lista da SD? Fácil! É só seguir o blog (o treco dos seguidores tá aqui na barra lateral do blog) e nos informar seu belo nome e dos seus amiguinhos. Você pode deixar nos comentários, mandar por e-mail (sociedadedionisiaca@gmail.com) ou no tópico da Miss Sexy da nossa comunidade no orkut!

Divagando sobre a bunda de Natalie Portman

O texto a seguir foi surrupiado do Ambrosia, que eu recomendo muito por sinal.

Quem acompanha o Ambrosia Vídeos já conhece a produção “Your Highness“, comédia de fantasia medieval com Danny McBride, James Franco, Natalie Portman, Zooey Deschanel e Justin Theroux. Nesta semana o filme voltou a chamar atenção da mídia, infelizmente não pela qualidade de suas piadas, mas por mais uma atitude controversa do estúdio Universal Pictures, que censurou o biquini medieval de Natalie Portman para conseguir adaptar a produção a uma faixa de classificação menor.

Antes de mais nada, confira o trailer sem censuras de Your Highness abaixo:


E agora uma imagem comparando os dois momentos de Natalie Portman, com o novo biquini produzido em computação gráfica e já substituido pelo estúdio em seus canais oficiais:


Adaptar uma situação inapropriada para ampliar o público de uma produção comercial é perfeitamente razoável, uma decisão inclusive lógica para os executivos de um estúdio de cinema, mas essa distorção do conservadorismo é onde o problema realmente se encontra. No trailer há diversas piadas de cunho sexual que foram mantidas, como uma cena onde o personagem de Danny McBride se prepara para se masturbar e é interrompido por Natalie Portman. O que nos impulsiona a debater a sexualidade na sociedade americana, que bem ou mal, ainda representa a grande influência cultural na população global.

Hoje, com qualquer criança possuindo acesso a internet, e consequentemente, a todo tipo de conteúdo sexual, determinadas atitudes ultrapassam a inutilidade pública e se tornam verdadeiramente prejudiciais para a sociedade. Cada pequena brecha dá mais força a ignorância e a censura indiscriminada, principalmente estes modelos hipócritas de controle que não atuam na resolução dos problemas, mas ”tapam o sol com uma peneira”. Daí a importância de registrar e abrir discussão sobre tais assuntos, nem que seja impulsionada pela nada empolgante bunda de Natalie Portman.

Seguindo a lógica americana, por exemplo, no Brasil todas praias seriam proibidas para menores de idade? Ou seria possível recriar em tempo real digitalmente os biquinis femininos para o público menor de idade?


Os Estados Unidos vivem atualmente um delicado momento, talvez o mais complicado em mais de um século, com a perda da hegemonia economica para a China, Europa e outros países em desenvolvimento. O partido republicano voltou a ganhar força com o péssimo desempenho do presidente Obama, e já se fala de um novo governo conservador muito antes das próximas eleições presidenciais, governo este que encontraria um Estados Unidos ainda mais imobilizado economicamente que possivelmente se agarraria ainda mais em valores distorcidos para manter uma ilusão de controle.

Seria a censura da bunda de Natalie Portman mais um indício do fim da “terra da liberdade”?

The Rise and Fall of Bruna Surfistinha

http://4.bp.blogspot.com/-Ie06SbQV46U/TXsT0hAMuKI/AAAAAAAAGQ8/IyruZ-X_Ivg/s1600/bruna-surfistinha-o-filme-poster.jpg
Semana passada vi o primeiro filme que relata a vida da ex-prostituta Raquel “Bruna Surfistinha” Pacheco.

Bem, esse é o segundo filme que vejo dela, mas isso não vem ao caso...

Pra inicio de conversa, digo 2 coisas:

Primeiro, vi a versão pré-editada, portanto não sei se é a mesma que passou no cinema. Segundo, esse texto é recheado de spoiler. Se você não quer saber o que muitos já sabem, não leia o texto.

Esse texto é uma analise em cima do enredo do filme. Ou seja, não vou ficar analisando atuações ou se a fotografia do filme ficou legal.

Li em fóruns o relato de algumas pessoas que viram o filme e essas disseram que a versão no cinema tá mais hard que na versão pré-editada. Mas diferente do que muitos pensavam, Bruna Surfistinha - o filme não é um filme de sacanagem.

Está inclusive muito longe das famosas pornochanchadas brasileiras dos anos 80.

O Livro O Doce Veneno do Escorpião que originou o filme, segundo relatos da leitora mais assídua deste blog, Júlia, que o leu, é bem mais pesado e explícito.

Só uma curiosidade inútil para quem se interessar. O nome do livro é esse pois a Raquel tem um Escorpião tatuado na perna.

Obviamente que você irá ver (caso não tenha visto) uns peitinhos da Deborah Secco, mas se for esse o seu objetivo em ver o filme, não veja. Eu coloco aqui para vocês:
http://1.bp.blogspot.com/-chqZ5ez5Lcw/TXsT0xvsXXI/AAAAAAAAGRE/-HtKOWxHpIY/s1600/deborah.JPG

Agora sim, vamos à história.

Bem, o filme deixou um pouco de lado a personagem Bruna Surfistinha e buscou retratar a mulher por trás dela, Raquel Pacheco.

O começo do filme mostra ela adolescente. Uma garota de classe média alta que é um tanto rebelde. Motivos? Ela é adotada, seu pai a ignora, é rejeitada no colégio e seu irmão é sarcasticamente escroto, jogando na cara dela seu sucesso. Sua mãe é o único laço de amor que ela tem dentro de casa.

Claro que alguns babacas irão dizer:

- Ela deu sorte, foi adotada por uma família que lhe deu um lar, escola e blá blá blá..

Essa é uma visão nada ampla, pois acho que não deve ser nada fácil ser adotada simplesmente. A rebeldia com a vida é, no minimo, compreensível.

Mas a gota d'Água para ela entrar para a prostituição acontece depois de um ato violento de bullying, em que um colega de classe a leva para casa para estudar e acaba quase que a estuprando. No dia seguinte, para se vingar da mal sucedida investida, o infeliz espalhou pela escola o caso. Obviamente, com o ponto de vista masculino que na sociedade em que vivemos desqualifica a mulher pelo simples fato de fazer... sexo.

A parir dai ela busca um emprego para sair de casa e se livrar de todo este mundo. Como a falta de opção no mercado de trabalho é gritante, o que sobra para uma jovem de 17 anos que quer ser independente são apenas 2 coisas: caixa de supermercado e prostituição.

Convenhamos que não tem como ser independente ganhando 500 contos por mês. Só sobrou a prostituição.

A alegação de que é possível viver com esse salário decentemente é leviana e hipócrita. Por isso não vou nem me abrir um questionamento sobre isso.


A Raquel então se "alista" em um prostíbulo e começa ali seu caminho rumo à independência. Primeiramente ela se transforma em... Bruna. Apenas Bruna.

Pensa inicialmente em juntar um dinheiro rapidamente e depois sair fora e viver do que conseguiu. Aposto que mais da metade das prostitutas pensam nisso. Mas com o passar do tempo veem que não é tão simples assim. O caminho da perdição é um clássico: Consumismo em demasia (se entupir de roupas, joias,...), más companhias e drogas em excesso. Com ela não foi diferente.

Depois de ganhar o suficiente para se sustentar quis mais. Alçar voos mais altos. Saiu dos braços da cafetina e resolveu andar sozinha. Pensou ela:

- Se com 40% eu já tenho dinheiro pra cacete. Imagine com 100% dos lucros só pra mim.

Dai Bruna resolveu abrir o seu próprio negocio.

Sim... o duplo sentido aqui é inevitável e indispensável.

Resolveu alugar um apartamento e ali fazer seus programas. Como era bem requisitada, a aceitação do seu “produto” era certa. Para dar um tchan a mais ela resolveu adicionar um apelido que tinha ganho em seu prostíbulo anterior: Surfistinha. Nascia ai... Bruna Surfistinha !

O negocio ia tão bem que tinha até secretaria. A parir dai ela cria seu tão famoso blog que originou o livro.

Ele ainda existe para quem interessar. O endereço é: http://naonaopara.virgula.uol.com.br/brunasurfistinha

Já li entrevistas que ela diz que só começou a escrever o blog depois de usar drogas. No filme esse espaço de tempo não bate, mas deixa quieto.

Fazendo 5, 6 programas por dia, o que não faltava para ela era dinheiro.

Perfeito! Raquel Wins!



Mas como na vida nem todo 2+2 são 4, ela acabou enfiando os pés pelas mãos. E isso não é uma parafilia estranha caso sua mente pervertida pense.

O envolvimento com más companhias e principalmente com drogas fez o império "Bruna Surfistinha" desmoronar. Quando eu digo drogas, antes que me chamem de contraditório, eu digo excesso. Apoio o uso controlado, mas isso é assunto para um post futuro.

Assim como milhões de garotas deslumbradas com o dinheiro fácil, a Surfistinha se afundou na trilogia da perdição que citei acima.

Se fudeu, mas agora da pior maneira possível.

Sem mais nada do que ganhou. ela teve que voltar...

Você deve esta pensando: para a casa dos pais!

Mas como seu primeiro mundo (o da família, colégio, classe média) era pior que o segundo ela resolveu começar tudo de novo. Resolveu entrar numa especie de Gang Bang chamado "Vintão". Como o próprio nome indica, você paga 20 reais, fode rapidinho e vaza.

Daí iniciava a volta por cima de Raquel e da Bruna Surfistinha. As duas juntas.

O detalhe nessa conclusão é que nem sempre a parábola volta pra cima.

Depois, ela escreveu o livro, virou celebridade e outros blá blá blás que não mostra no filme.

Resumindo, indico que você veja o filme para ter uma visão mais humana de uma prostituta. Como disse no post sobre a Vila Mimosa, abordarei esse tema mais profundamente em um post futuro.

Comente algo. Deixe sua opinião e ajude esse humilde auxiliar de ajudante de pedreiro que vos fala a ter novas visões sobre o que escrevo.

domingo, 13 de março de 2011

O que faz um bom strip-tease?

Atitude. Foi essa a conclusão que eu cheguei quando fui responder à pergunta de um amigo que está fazendo uma matéria chamada "Strip-tease: o que ELES gostam". Bom, não sei exatamente do que todos os homens gostam, mas eis a minha opinião...

Só vi strips na TV ou em festas. Um dos melhores (se não o melhor) foi na Hot Fair em novembro do ano passado. A mulher nem era atraente, mas ela mandou muito bem na performance. E acho que é por aí. É uma performance que tem que ser encarada como tal. É um xou e não apenas uma questão de tirar a roupa rebolando lentamente. Aliás, acho isso uma das maiores lendas a respeito do striptease.

Tem que ter um personagem (mesmo que esse personagem seja a mulher que rebola lentamente) bem interpretado, movimentos que casem com a música (nem chamo de dança) e muita criatividade.


Se for pra falar um movimento específico, eu diria que é legal quando ela tá de costas pra mim e se abaixa, deixando as pernas esticadas, com a bunda virada pra mim. Nessa hora, ela alisa a própria perna enquanto levanta ou algo assim. Se olhar pra mim e sorrir com cara de safada, melhor ainda.

Aliás, olhar pro cara é sempre muito importante. Olho no olho. E atitude, muita atitude! É preciso lembrar que o strip é um momento em que o homem está completamente passivo, voyeur. Então a mulher tem que tomar as rédeas da situação em todos os sentidos e dominá-lo mesmo. Não dá pra fazer um strip pensando em ser boazinha. Só é sexy quem tem atitude.

Brincadeiras também me agradam. Sensualidade forçada não convence, então pode ser o caso de tirar sarro da própria situação pra quebrar o gelo. Fazer movimentos engraçados não é necessariamente ruim. Pode ser meio exagerado, mas a acho que esta cena do Lúcia e o Sexo pode ilustrar o que eu quero dizer.


Itens que podem ser bem interessantes: algemas, chapéu, chantilly, chicote, cigarro... Tudo que possa fazer os dois interagirem durante a performance.

Pra quem quiser um manual mais prático da coisa, leiam este passo-a-passo.

E você? Do que você gosta num strip?









Pastor Joselito no fundo do poço

Pastor quer mostrar pros fiéis como é ruim quando você está no fundo do poço e... bem... ele mostra. Vi no Treta.


Recomendo que vejam todos os vídeos do pastor Flamarion Rolando no canal do youtube. Tem ele na lama, tem ele enterrando a miséria, tem ele se preparando para a guerra contra o mal e tem até ele jogando azeite numa ovelha!

Teatro: a gente vê por aqui.