terça-feira, 13 de setembro de 2011

Classificação dos Vinhos Espanhóis

Desde 1986, a Espanha está submetida à legislação da União Européia, que define duas categorias de vinhos: os vinhos de mesa e os VCPRD (Vinos de Calidad Producidos en Regiones Determinadas).

VINO DE MESA: É a categoria de base. Os vinhos podem vir de qualquer parte da Espanha e não trazem menção de origem geográfica nem de safra. O termo vino de mesa pode ser acompanhado pelo nome de uma região. Esses vinhos podem ser safrados.

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VINO DE LA TIERRA: É o equivalente ao vinho francês. Provém de uma das 28 zonas delimitadas reconhecidas pelo seu caráter específico e que aspiram a um futuro estatus DO.

DENOMINACIÓN DE ORIGEN: É uma denominação dada aos vinhos que correspondem a uma determinada combinação de uvas, a um modelo de cultura e a uma origem geográfica. É comparado a uma AOC francesa ou à DOC italiana. Em junho de 2004, havia 54 DOC.

DENOMINACIÓN DE ORIGEN CLASSIFICADO: É uma espécie de "super DO" reservada aos vinhos que atendem a critérios muito rigorosos de qualidade e de regularidade, correspondendo à DOCG italiana. Até o presente, apenas o Rioja teve direito a essa denominação, a partir da safra de 1991.

Além das classificações oficiais, a Espanha conserva suas diferentes denominações e também suas próprias designações, para melhor informar os consumidores.

VINO JOVEN: Engarrafado logo após a clarificação, chama-se também vinho do ano.

VINO CRIANZA: Pode ser comercializado após envelhecimento por dois anos inteiros, sendo pelo menos seis meses em barris de carvalho. Em certas regiões, como Rioja, geralmente os seis meses são ultrapassados. Os crianzas brancos ou rosados devem envelhecer um ano na bodega, sendo pelo menos seis meses em barril.

RESERVA: O vinho tinto deve envelhecer por três anos na bodega, dos quais pelo menos dois devem ser em barril, e ser comercializado em seu quarto ano. Para o rosado e o branco, o prazo é de dois anos, dois quais seis meses devem ser em barril e podem ser comercializados em seu terceiro ano.

GRAN RESERVA: Essa categoria existe apenas para as safras particulares bem sucedidas. Os tintos devem envelhecer dois anos em barricas e três na garrafa, e devem ser vendidos em seu sexto ano. Os gran reserva brancos e rosados são muito raros. Eles devem ser envelhecidos durante quatro anos, dos quais seis meses no mínimo são em barril, e são comercializados no quinto ano.

5 comentários:

  1. will eu faço.te o resumo.....
    vinho espanhol é uma merda , não vale nada eles trafulham muito o vinho e veem comprar uvas a portugal para os vinhos bons

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  2. Nem vem, Mythic. Tomei esta semana e semana passada 4 ótimos vinhos espanhóis. Todos com uvas espanholas, principalmente o Indigena, que é com Garnacha.

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  3. will
    tens certeza que as uvas eram espanholas?????
    eles teem muitos poucos vinhos de qualidade em quanto que vinho portugues é quase todo , espermenta vinhos portugueses de palmela

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  4. Certeza absoluta. No máximo, era um vinho com mais d uma uva, mas a maioria (70%) era espanhola.

    Talvez vc é q esteja provando os vinhos errados. Experimenta esse q eu falei, o Indigena.

    Só conheço um português, o Periquita, e acho bem ruim. Mas segunda vou provar dois portugueses e deixo minha opinião aqui.

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  5. Periquita
    e dos mais baratos que a em portugal , eu logo dou-te uma lista de bons vinhos

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