quarta-feira, 11 de maio de 2011

Artista dando lição de moral em policiais militares


Impávido que nem muhamed ali
Virá que eu vi
Apaixonadamente como peri
Virá que eu vi
Tranqüilo e infalível, como bruce lee

Já publiquei aqui um vídeo de um caso muito parecido. Os policiais deveriam aprender a lidar melhor com as pessoas. Artista não é bandido!

Furtei o vídeo e a citação (Um índio, de Zé Ramalho) do facebruik do Pedro Moreira Lima, o mesmo do Bacchus et Ariane.

3 comentários:

  1. Olá, Will,
    Concordo com você sobre o tratamento que a polícia tem que prestar ao cidadão. Mas, ao se recusar a descer do orelhão, o artista ficou sujeito a algum tipo de reação (que foi excessiva).
    E qual o problema de ficar em cima do orelhão? É que um daqueles que bateram palmas para o artista será também o primeiro a descer a lenha porque o orelhão está quebrado e não funciona, o que poderia acontecer facilmente se o artista se desequilibrasse e viesse a cair. E ainda passaria um advogado desses bem ralé, incitando o artista a entrar na justiça contra a companhia telefônica por danos físicos.
    Eu sei que isso parece meio retrógrado e reacionário, mas há que se analisar bem as consequências da liberdade, que deve ser total, mas usada com responsabilidade.
    Um abraço,
    Wagner

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  2. Achei meio exagerada sua hipótese e discordo dela. Mas é válido vc mostrar o outro lado da coisa.

    Em todo caso, acho q a gente tem q reclamar quando acontece o erro e não por causa d um problema hipotético. Se ele quebrasse o orelhão, seria válido reclamar com ele. Se a Telefônica demorasse a repôr o orelhão quebrado, seria válido reclamar com a empresa. Se ele se machucasse na queda, azar o dele. No máximo, ele poderia entrar na justiça contra ele mesmo. =P

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  3. Ao Wagner Neves: APOIADO, disse tudo!!!

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