sábado, 5 de março de 2011

Escrava virtual

Uma leitora nos mandou este conto pra publicarmos. Diz ela que a história é verídica e aconteceu com ela e um carinha que ela conheceu pela internet. Queria eu ter uma escrava dessas...


Mande você também sua aventura para sociedadedionisiaca@gmail.com.

Eu já disse que gosto do jeito como você me domina. Sem nunca ter me visto, ouvido, sentido, você me conhece mais do que muitos caras com quem eu já fiquei. E em tão pouco tempo, eu já te deixo me dominar tão facilmente. Só não acho isso tudo loucura demais porque é bom demais pra ser loucura.

Quando me pediu pra pensar em você, eu já sabia que este pedido me deixaria excitada o dia todo. Tem coisas que você diz que me deixam toda arrepiada, e que me dão vontade súbita de me tocar...

Me excitou e pediu que eu fosse embora assim, e sem calcinha. Para me torturar ainda mais, quis que eu passasse o dia todo excitada, me aliviando onde pudesse. O caminho era longo e incluía várias paradas, e muitas pessoas ao meu redor.

- Já te falaram que você não presta?

- Freqüentemente. E você é uma ótima escrava. Sério mesmo. Vou pensar em uma forma de te recompensar por tanta obediência.

Eu nem tinha decidido que faria o que estava me pedindo, mas essa fala me ganhou. Não tinha como dizer não depois disso. E se aproveitando da minha fraqueza, você ainda me pede que conte para alguém que estava sem calcinha.

Saí com uma hora e atraso e senti que chamei mais atenção do que o normal... Parecia que as pessoas sabiam que eu estava excitada, e mais, que eu estava realizando vontades de outra pessoa. Tinha a impressão que olhavam para mim e pensavam: “Putinha!”. Sim, putinha e não puta. Não sei por que, mas tenho na minha cabeça que puta são as prostitutas, as profissionais. Putinha tem um quê de carinho e de posse. Uma putinha não é de qualquer um, ou de todos. A graça em ser putinha é ser a “minha putinha” de alguém, e é assim que eu me sentia, a SUA putinha.

Quando percebia alguém me olhando diferente, aumentava o grau de excitação e pensava mais ainda em você e nas suas promessas de me provocar na rua. Tinha lugar para sentar no ônibus, então pude fazer uma coisa que adoro: me acariciar sem que ninguém perceba, por cima da roupa mesmo. Meus biquinhos estavam tão duros que marcavam minha roupa e por muitas vezes me peguei sorrindo. Isso me deixou muito envergonhada, mas a excitação era maior.

Meu amigo ainda estava me esperando na livraria quando cheguei. Fui me desculpar.

- Oi! Desculpa o atraso, é que...

- É que você tava falando com aquele cara, né?!

- Que cara?

-Não se faz de besta, eu to vendo esse sorrisinho safado no canto da sua boca! Você tava com o cara a internet, eu sei! Não acredito que você se atrasou por que tava fazendo sexo virtual!

- Não estava...

- Ah, não?

- Não. Desta vez, estou brincando de ser a escravinha dele. Vim até sem calcinha só por que ele pediu!

- Você tá maluca!

- Não enche! Preciso ir ao banheiro. Já volto.

Precisava mesmo. Aquela conversa toda tinha me deixado mais excitada ainda! Passei um pouco de água fria no pescoço, na intenção de diminuir a vontade, mas não adiantou porque me peguei imaginando você passando a mão no meu pescoço e na minha nuca. Resolvi me masturbar.

Dentro da cabine, encostada na porta, a primeira coisa que faço é levantar minha blusa e meu sutiã, e agarrar meus seios com vontade. Depois aperto com mais força os biquinhos e me arranho de leve. Enfio uma mão dentro da calça, sem nem abrí-la e brinco com meu grelinho enquanto acaricio meu pescoço e meus seios com a outra mão. Mordo os lábios involuntariamente e por pouco não consigo controlar meus gemidos. Não demorei a gozar assim.

Passei o resto do caminho concentrada em cada pessoa que encostava em mim, em cada um que me encoxava na multidão do metrô. Não queria perder nenhum momento daquela excitação que era para nós dois. Por várias vezes imaginei como seria te encontrar ali, no meio daquela gente. Como você se colocaria atrás de mim, duro, ofegante, e me tocaria discretamente, quase me deixando gozar e depois desceria na próxima estação, fingindo que nada aconteceu, só para ver minha cara de vontade. Só para me fazer gozar na sua boca mais tarde...

Demorou para chegar na faculdade, e a tortura de estar excitada e sem calcinha e não poder fazer nada já estava me matando. Corri para o banheiro, mas dessa vez, abaixei a calça, sentei, e enfiei dois dedos na minha boceta. Estava ensopada. Percebi que todo esforço que fiz no caminho teria como recompensa um prazer imenso, e assim foi. Variava a intensidade e a velocidade das carícias, comecei bem devagar, depois fui aumentando. Parava, brincava com meu clitóris, lambia os dedos, voltava, Agarrava meus seios, gemia baixinho. Lembrava sem parar das suas fotos e dos seus vídeos. Queria você ali. Gozei muito forte, minhas pernas tremeram. Fiquei ainda um tempo lá, me recuperando.

Não me concentrei em mais nada depois, e quando voltei para casa, me masturbei de novo, falando com você.

Sabe, você é mesmo um malvado. E eu adoro.

Escrava Putinha

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