quinta-feira, 1 de abril de 2010

"a narrativa mais impura já escrita" #7

penúltimo post da série, o ciclo das paixões criminosas, de Os 120 Dias de Sodoma. sério, eu te prometo que a leitura não será agradável, então não clique em Veja Mais. nesse ponto, a narrativa de Sade já é "O Albergue 2" puro: só as perversões envolvendo assassinatos são guardados para o último ciclo de paixões.

O CONTEÚDO A SEGUIR, ASSIM COMO O QUE VIRÁ NO PRÓXIMO POST CONTERÁ ELEMENTOS DE CARÁTER IMORAL E REPUGNANTE.

"9. Ele apenas enraba mocinhas de 12 anos, mas não sem antes tê-las chicoteadas com toda a força.
19. Quer enrabar somente monstros, ou negros, ou pessoas disformes.
20. Para reunir o incesto, o adultério, a sodomia e o sacrilégio, ele enraba sua filha casada com uma hóstia.
27. Ele aperta violentamente o pescoço de uma moça de quinze anos enquanto a enraba, de modo a lhe estreitar o ânus.
37. Numa cesta ele manda instalar uma mulher que recebe o membro de um touro; ele se diverte com o espetáculo.
47. Manda buscar uma mulher que tem cabelos lindos, sob o único pretexto de examiná-los; mas ele os corta de supetão, e esporra vendo a desolar-se com esse infortúnio, do qual ele ri muito.
48. Ela entra numa espécie de sepulcro debaixo da terra, iluminado apenas por tochas; ela vê todo o seu horror. Assim que ela conseguiu observar um momento, tudo se apaga, um barulho horrível de gritos e correntes se faz ouvir; ela desmaia. Caso contrário, redobram a causa do pavor com alguns novos episódios, até que ela desmaie. Assim que ela perdeu os sentidos, um homem cai sobre ela e a enraba; em seguida, ele a deixa e os criados vêm socorrê-la. Ele precisa de moças muito jovens e muito inexperientes.
50. Um homem quer que coloquem numa cama de cetim negro um belo cadáver de moça que acaba de ser assassinada; ele a manipula de todos os jeitos e a enraba.
57. Ele a trancafia numa masmorra sem luz, em meio a gatos, ratos e camundongos; ele a persuade que ficará aí pelo restante de seus dias, e vai todo dia masturbar-se na sua porta, escarnecendo-a.
68. O mesmo homem de quem a Desgranges falará no dia 16 de fevereiro faz todas as cerimônias para cortar a cabeça da moça; quando vem o golpe, uma corda retira prestamente o corpo da moça, o golpe cai no cepo, no qual o sabre penetra em três polegadas. Se a corda não retirasse a moça em tempo, ela morreria. Ele esporra ao desferir seu golpe. Mas, antes, ele a enrabou com o pescoço no cepo.
70. Ele puxa a moça pelas orelhas e, deste modo, passeia com ela, nua, pelo meio do aposento; então ele esporra.
76. Ele a enche de bebida e, em seguida, costura-lhe a cona e o cu; ele a deixa assim até vê-la desmaiar de necessidade de urinar ou cagar sem conseguir, ou que a queda e o peso das necessidades venham romper os fios.
86. Ele lhe dá violentos socos no nariz, até que ela sangre, e continua ainda, apesar de ela estar em sangue; ele esporra e mistura sua porra ao sangue que ela está perdendo.
103. Atam-no de quatro como um animal feroz; ele está coberto por uma pele de tigre. Nesse estado excitam-no, irritam-no, açoitam-no, batem-no, masturbam-lhe o cu. Na sua frente está uma moça muito carnuda, nua, e presa ao chão pelos pés, e ao teto pelo pescoço, de modo que não possa se mover. Assim que o devasso está bem fogoso, soltam-no, ele se joga como um animal feroz sobre a moça, e morde todas as suas carnes, principalmente o clitóris e o bico das mamas, que ele costuma arrancar com os dentes. Berra e grita como uma fera, e esporra berrando.
116. Ele lhe arranca várias unhas dos dedos das mãos ou dos pés.
121. Ele torna eunuco um menino de dez a quinze anos.
130. Quer uma donzela; corta-lhe o clitóris com uma navalha, em seguida, deflora-a com um cilindro de ferro quente que ele enfia a marteladas.
144. Ele corta os quatro membros de um mocinho, enraba o tronco, alimenta-o bem, e o mantém vivo assim; ora, como os membros não são cortados rente demais ao tronco, ele vive por muito tempo. Ele o enraba por mais de um ano assim."

eu avisei que era pra não ler, né?

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