segunda-feira, 8 de março de 2010

homenagem aos seres mais belos do universo


"As responsáveis por nossos entantos.
As sensivelmente aguçadas.
As sentimentalmente capazes
De amparar nossos desencantos.

Elas que têm curvas,
Elas que quebram nossos quadrados,
Que moldam-nos em círculos,
Hiperbolizam nossas paixões.
Elas que manifestam o valor do que não se explica,
Que equilibram nossa razão
Com o transbordamento da emoção.

As criadoras de vida,
A condição à poesia.
As resistentes à dor,
Os redemoinhos de amor."

poema do Pietro, meu parceiro de um ex-blog.

8 comentários:

  1. coincidência.. eu ia postar isso essa semana, nem sabia que hoje era o dia da mulher

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  2. Poema bonito, gostei mesmo.

    Parabéns a todas nós as mulheres!

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  3. Gostei mais da foto q da poesia.

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  4. Gostei mais da foto q da poesia.[2]

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  5. Moço, cuidado com ela!
    Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
    Imagine uma cachoeira às avessas:
    Cada ato que faz, o corpo confessa.
    Cuidado, moço
    Às vezes parece erva, parece hera
    Cuidado com essa gente que gera
    Essa gente que se metamorfoseia
    Metade legível, metade sereia.
    Barriga cresce, explode humanidades
    E ainda volta pro lugar que é o mesmo lugar
    Mas é outro lugar, aí é que está:
    Cada palavra dita, antes de dizer, homem, reflita..
    Sua boca maldita não sabe que cada palavra é ingrediente
    Que vai cair no mesmo planeta panela.
    Cuidado com cada letra que manda pra ela!
    Tá acostumada a viver por dentro,
    Transforma fato em elemento
    A tudo refoga, ferve, frita
    Ainda sangra tudo no próximo mês.
    Cuidado moço, quando cê pensa que escapou
    É que chegou a sua vez!
    Porque sou muito sua amiga
    É que tô falando na "vera"
    Conheço cada uma, além de ser uma delas.
    Você que saiu da fresta dela
    Delicada força quando voltar a ela.
    Não vá sem ser convidado
    Ou sem os devidos cortejos..
    Às vezes pela ponte de um beijo
    Já se alcança a "cidade secreta"
    A atlântida perdida.
    Outras vezes várias metidas e mais se afasta dela.
    Cuidado, moço, por você ter uma cobra entre as pernas
    Cai na condição de ser displicente
    Diante da própria serpente
    Ela é uma cobra de avental
    Não despreze a meditação doméstica
    É da poeira do cotidiano
    Que a mulher extrai filosofando
    Cozinhando, costurando e você chega com mão no bolso
    Julgando a arte do almoço: eca!...
    Você que não sabe onde está sua cueca?
    Ah, meu cão desejado
    Tão preocupado em rosnar, ladrar e latir
    Então esquece de morder devagar
    Esquece de saber curtir, dividir.
    E aí quando quer agredir
    Chama de vaca e galinha.
    São duas dignas vizinhas do mundo daqui!
    O que você tem pra falar de vaca?
    O que você tem eu vou dizer e não se queixe:
    Vaca é sua mãe. de leite.
    Vaca e galinha...
    Ora, não ofende. enaltece, elogia:
    Comparando rainha com rainha
    Óvulo, ovo e leite
    Pensando que está agredindo
    Que tá falando palavrão imundo.
    Tá, não, homem.
    Tá citando o princípio do mundo!

    Elisa Lucinda

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  6. clap clap clap clap clap clap clap clap...

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  7. Gostei da poesia e a foto é linda!!!
    =)

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